segunda-feira, 16 de outubro de 2017

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sábado, 14 de outubro de 2017

BLOG DO NOBLAT- VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS

Violência nas escolas

Alguns dos problemas enfrentados pela educação brasileira estão nas dificuldades impostas por conteúdos pouco atraentes, na ausência de material didático adequado, na infraestrutura insuficiente, nos planos de carreira docente desestimuladores e nos poucos incentivos à atividade de magistério.
Entretanto, também defrontamo-nos agora com o crescimento exacerbado dos índices de violência, que vem provocando danos irreparáveis ao ambiente escolar.
A violência é influenciada por diversos fatores, entre eles o espaço no qual a escola está inserida, a má utilização da comunicação, algumas regras de disciplina incompatíveis com os tempos atuais e o nível de atraso dos estudantes.
O baixo rendimento escolar, por exemplo, leva alguns estudantes à agressão verbal, ou física, aos seus professores, e também à depredações, em muitos casos das próprias instalações escolares.
Os casos de bullying, que constituem uma forma de violência moral entre os próprios estudantes, são muito frequentes em grande parte das escolas e se avolumaram com o crescimento das redes sociais.
Segundo dados obtidos a partir dos questionários aplicados na Prova Brasil, mais da metade dos professores, diretores e funcionários das escolas públicas relatam casos de violência, alguns contra eles.
A ausência de acompanhamento pela família também favorece o aumento das situações de conflito nas escolas.
Entre os estudantes, a violência aparece com índices preocupantes, pois mais de 70% dos professores e diretores reportam ter presenciado agressão física entre alunos. A situação extrema de furtos e roubos aos professores e gestores também foi constatada em diversas escolas.
Um estudo da UNESCO mostrou que atualmente a sala de aula não garante ao estudante mais segurança do que a rua, tanto em escolas públicas como nas escolas particulares.
Hoje em dia, diretores, professores, funcionários administrativos e alunos são obrigados a conviver com fatos que passaram a fazer parte do cotidiano de alguns dos nossos maiores centros urbanos, como a posse ilegal de armas e o tráfico de drogas.
Na semana que passou, o tema foi discutido numa reunião do Fundo das Nações Unidas para a Infância (a UNICEF).  Nessa reunião, foi divulgado que, no primeiro semestre letivo de 2017, na Cidade do Rio de Janeiro, somente foi possível abrir todas as escolas em apenas 8 dias letivos, de um total de 107 dias, em função dos tiroteios.
A violência corre o risco de ser legitimada, quando aceita passivamente pelos governos.
A descontinuidade nas aulas e nas demais atividades que norteiam o processo de aprendizagem diminui o rendimento escolar.
Nas últimas semanas, por exemplo, sucessivos casos de estudantes atingidos por balas perdidas ocuparam as manchetes dos jornais, demonstrando a escalada da violência, notadamente nas regiões mais pobres do Rio de Janeiro. Resultado: aulas suspensas, afastamento das escolas, abandono de cursos, professores que desistem.
Evidentemente, a educação é prioridade para o desenvolvimento. Ela, entretanto, depende da consecução de outras políticas, entre as quais a de segurança pública que, em muitos casos tem sido relegada a planos secundários.
É urgente e indispensável a recuperação econômica do Rio de Janeiro, segundo maior produto interno bruto da federação, retomando-se a continuidade e o cumprimento do calendário de pagamentos dos salários aos servidores, o reaparelhamento dos órgãos de segurança, assegurando-se igualmente a oferta da assistência social e acompanhamento dos estudantes pelas famílias.

O GLOBO

ROUBO DE CARRO DE PROFESSOR EM MANAUS



Manaus – Um professor, que não teve o nome divulgado, teve o carro roubado no momento em que saía do estacionamento da Escola Municipal São Judas Tadeu, no quilômetro 12 da BR-174, na tarde desta quarta-feira (23). A informação foi confirmada pelo comandante da 20ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), capitão Lucio Landim.
Conforme a polícia, o roubo ocorreu por volta das 13h50. Os suspeitos armados renderam o professor logo após ele tentar entrar no carro, modelo Corsa Classic, de placas não divulgadas. Em seguida, eles fugiram sem ser identificados. De acordo com o capitão, apenas o carro foi levado.
Ainda segundo a polícia, os homens suspeitos estiveram por várias vezes na Escola Municipal Padre Calleri, no Km 14 da mesma rodovia. No local, de acordo com a PM, os suspeitos ficam nas proximidades da unidade observando a rotina dos alunos e do corpo docente.
Em nota, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) confirmou que, no início da tarde desta quarta-feira, foi furtado um carro do estacionamento da unidade de ensino.
A Semed informou, ainda, que a Divisão Distrital Zonal Rural (DDZ Rural), responsável por escolas da área, acionou a Polícia Militar e o Centro de Operações de Segurança Escolar (Cose). A Secretaria disse, também, que as imagens das câmeras serão cedidas à polícia para auxiliar nas investigações.


PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA E GARANTIA DA LEI E DA ORDEM


Nesse mês de agosto, a Guarda Civil Municipal de Barreiras esta comemorando 15 anos de serviço público. Empossados em 2002, o efetivo é de 150 guardas civis, que atuam diariamente na segurança do patrimônio público e trânsito, proporcionando também ações de prevenção à violência nas escolas e manutenção da ordem em espaços públicos.
Para apresentar o trabalho que vem sendo desenvolvido na comunidade, a Secretaria de Segurança Cidadã e o Comando da GCM realizaram nas escolas municipais Otavio Mangabeira, Luiz Viana e Padre Vieira um bate papo com os estudantes do 5º ao 9º ano, apresentando o serviço da corporação e medidas preventivas contra a violência, delitos e venda de drogas nas proximidades de escolas.

Conforme o comandante da GCM, Gilmar Rodrigues, esta é uma maneira de transmitir diretamente a mensagem aos adolescentes. “Utilizando essa linguagem facilitada e direta, conseguimos cativar os alunos e explicar sobre o que realmente é importante, como prevenção a drogas, violência e comportamentos inadequados dentro das escolas. Essa ação da GCM também, se estenderá aos pais, diretores e professores, para que a conscientização chegue ao cotidiano da comunidade escolar”, ressaltou.
Para o Secretário de Segurança Cidadã e Trânsito, Luiz Vidal, essas palestras comemorativas contribuem não só para a conscientização dos estudantes em relação à violência, mas também para a preservação dos espaços escolares e manutenção da ordem nesses locais. “Esse trabalho de aproximação da GCM com os estudantes, professores e comunidade escolar é essencial. Temos realizado o patrulhamento escolar e conseguido coibir furtos, roubos e depredação do patrimônio público, e nosso trabalho vai continuar sendo intensificado”, ressaltou o secretário.
Na próxima semana, a programação comemorativa contará com a realização do circuito funcional “Amigos da Guarda” e a solenidade de homenagem aos 15 anos de serviço público que acontecerá no Centro Cultural.


RELATO DE UMA MÃE - ESCOLA DO DISTRITO FEDERAL



A escola tem aproximadamente 600 alunos entre 6 e 11 anos, distribuídos em dois turnos, e nenhum vigilante ou porteiro durante o dia. Beatriz conta que, por causa dos assaltos recorrentes, os professores compraram, com recursos próprios, um interfone com câmera e instalaram no portão da instituição. 

 

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