sábado, 31 de outubro de 2015

HAPPY HALLOWEEN 2015


sábado, 24 de outubro de 2015

ONU 70 ANOS


CURSO DE PRIMEIROS SOCORROS NA EDUCAÇÃO BÁSICA E FUNDAMENTAL

 

Major Olimpio cria Projeto de Lei para incluir nos currículos das escolas cursos de primeiros socorros aos professores e alunos.

O Deputado Federal Major Olimpio, apresentou nessa Terça-Feira dia 01 de Setembro de 2015, o Projeto de Lei nº 2.822/15 que acrescenta ao currículo da educação básica e dos ensinos fundamental e médio, ensino de primeiros socorros, abrangendo a parte teórica e prática, incluindo, dentre outros, treinamento para desobstrução de vias aéreas, ressuscitação cardiopulmonar, identificação de situações de emergências e números de telefone dos serviços públicos de atendimento de emergência, devendo esses cursos serem ministrados ao docentes e alunos, mediante convênio com o Corpo de Bombeiro Militar do respectivo Estado ou do Distrito Federal.
Os primeiros socorros são procedimentos básicos de emergência que devem ser aplicados a uma pessoa em situação de risco de vida, procurando manter os sinais vitais bem como impedir o agravamento, até que o socorro chegue e a vítima receba adequada assistência.
A necessidade do curso de primeiros socorros é pouco divulgada no Brasil, onde cerca de 37% das mortes de crianças é motivada por causas externas, que são as decorrentes de acidentes como afogamento, intoxicação e quedas, segundo números do SUS (Sistema Único de Saúde).
A falta de apoio, preparo e conhecimento levam muitas pessoas ao óbito pois mesmo após o acionamento dos serviços de emergências, a morte por causas como o engasgo pode ocorrer subitamente se não houver o socorro imediato, sendo essas medidas tomadas em diversos países da Europa, como também nos Estados Unidos, tendo um grande reflexo positivo no pronto-atendimento, evitando diversas mortes.
Para Olimpio é fundamental realizar o preparo do maior número possível de professores e alunos que frequentam creches e escolas, onde se concentram grande parte dessas tragédias, para que medidas efetivas de prevenção e de primeiros socorros sejam tomadas de imediato, visando salvaguardar o maior número de vidas possíveis, trazendo um benefício à população brasileira e às instituições.


sábado, 17 de outubro de 2015

HORÁRIO DE VERÃO


DIA NACIONAL DE SEGURANÇA E SAÚDE NAS ESCOLAS


DIA NACIONAL DE SEGURANÇA E SAÚDE NAS ESCOLAS


MEDICINA DO TRABALHO


UMA PROPOSTA PARA REDUZIR A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS

 
Por: Eduardo Capobianco*
A violência no ambiente escolar – de que a tragédia ocorrida na escola Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, é um exemplo extremo – vem chamando a atenção. Em todo o mundo, os problemas do bullying, da intimidação e agressão a alunos e professores e do vandalismo nas escolas causam preocupação crescente.
A questão não é simples, pois envolve uma mescla de circunstâncias sociais, econômicas, pessoais e institucionais. O desafio é desenhar estratégias de prevenção à violência, de forma a reduzir os fatores que a induzem.
Um passo nessa direção pode ser inspirado por medidas que foram tomadas há cerca de quarenta anos no Brasil na área da saúde e segurança do trabalho para reduzir a então gravíssima incidência de acidentes de trabalho nos ambientes laborais.
Medidas legislativas e administrativas colocadas em vigor em 1977, envolvendo os Ministérios do Trabalho e da Previdência Social, institucionalizaram, nas empresas, as CIPAs (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), regulamentaram as profissões ligadas à medicina e à segurança do trabalho e estabeleceram o braço técnico do Fundacentro como organismo dedicado ao enforcement.
Os resultados desse programa foram (e têm sido) significativos, não apenas com uma decisiva redução da taxa de acidentes de trabalho como, também, na melhoria considerável da prevenção da saúde do trabalhador.
O exemplo é inspirador porque guarda semelhanças significativas com a área escolar. Como acontecia com os acidentes de trabalho, a violência escolar é grave e alastrada, ocorrendo tanto nas grandes metrópoles quanto em cidades de pequeno e médio portes.
A inspiração se estende também à associação com a prevenção de saúde: hoje não existe, nos estados e municípios brasileiros, um mecanismo organizado de gestão da saúde dos estudantes de nossas escolas.
É com este diagnóstico que o Instituto São Paulo Contra a Violência vem elaborando um projeto que se afasta de propostas prática ou pedagogicamente desaconselháveis, como a instalação de detectores de metais nas escolas brasileiras.
A política pública que queremos é a constituição de Comissões de Prevenção da Violência nas Escolas(CIPREV) que esteja presente nas redes pública e privada de ensino, desde a educação infantil até o ensino superior.
Em São Paulo, por exemplo, a rede administrada pelo poder público estadual conta com cerca de cinco mil escolas, as quais atendem cerca de cinco milhões de alunos. O governo do Estado pode ser pioneiro e indutor de um processo de melhoria continuada do ambiente escolar, com a criação de uma legislação e de uma estrutura que, à semelhança da legislação de segurança do trabalho, estabeleça:
  • A instalação de uma Comissão de Prevenção de Violência (CIPREV) em cada escola:formada por alunos, professores e pais, a CIPREV teria a função de elaborar e acompanhar a implementação de programas de prevenção de violência.
  • A designação, para cada escola, de um profissional especializado em gestão de saúde e de segurança no ambiente escolar. Esses profissionais seriam capacitados em metodologias sociais para identificação de situações de risco e para lidar com situações de conflito.
  • A criação um Programa de Prevenção de Riscos de Violência em cada escola, com base no diagnóstico das condições socioeconômicas de cada uma delas.
  • De forma a suprir a evidente lacuna referente à prevenção de saúde dos estudantes,a criação de um Programa de Controle Médico da Saúde do Aluno.
Para viabilizar tais medidas, o governo estadual precisaria articular as secretarias de Educação, de Segurança Pública e de Saúde e formar um órgão coordenador (a exemplo do Fundacentro), além de induzir a criação, nas universidades públicas estaduais, de cursos de formação dos especialistas em segurança e saúde do ambiente escolar. Naturalmente, o esforço seria articulado a programas já existentes, como Saúde da Família, Escola da Família, Proerd etc.
A verdade é que o massacre do Realengo não pode ser esquecido e muito menos deve permanecer no debate público apenas na esfera de ocasião. A criação de uma rede organizada e estruturada, que implemente e maneje mecanismos de prevenção, que conte com profissionais capacitados e treinados que sejam capazes de compreender fenômenos de violência, suas causas, talvez seja um primeiro passo para que se crie uma cultura de paz nas escolas e em seus arredores.
*Eduardo Capobianco é empresário, Diretor-presidente do Instituto São Paulo Contra a Violência, Presidente do Conselho Deliberativo da Transparência Brasil e Vice Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.
 
 
 

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

PARABÉNS AOS PROFESSORES !

 
 
O mestre é um caminho para seu aprendiz chegar à sabedoria. O aluno tem de superar o professor. O verdadeiro mestre se orgulha de ter sido um degrau na vida do aprendiz que venceu na vida. Ensinar é um gesto de generosidade, humanidade e humildade. É oferecer alimento saboroso, nutritivo e digerível àqueles que querem saber mais porque ensinar é um gesto de amor!
Parabéns aos Professores!!! 
Içami Tiba
 
 

DIA DOS PROFESSORES


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

SEGURANÇA E PROTEÇÃO ESCOLAR


OBSERVATÓRIO DE SEGURANÇA ESCOLAR


NOSSAS ESCOLAS MAIS PROTEGIDAS - ARTIGO

Quais são os fatores que determinam a escolha de uma instituição de ensino para a educação de nossos filhos? São inúmeros fatores, dentre eles estão,  o projeto pedagógico, a formação e qualificação dos professores, a tradição, a qualidade das instalações físicas e de atividades complementares, a localização, preço das mensalidades  e com certeza a Segurança e Infraestrutura oferecida às pessoas que participam  do processo  educacional.
Devemos saber qual é o critério de contratação de professores e colaboradores, qual o número de alunos por sala, existe laboratório de informática, quadra e biblioteca, a cantina oferece alimentos saudáveis, a escola segue as  leis de acessibilidade, e como é feita a segurança patrimonial, do trabalho, das informações e segurança dos alunos ?
Não existe escola perfeita, mas neste início de semestre , quando visitamos diversos colégios em nossas grandes cidades devemos atentar para a estrutura proporcionada pela escola que garanta a segurança física e pessoal de nossos filhos, devemos inicialmente saber quem é o responsável pela segurança da escola e saber de sua formação e capacitação, existe um projeto de segurança, plano de segurança e análise de riscos? Os componentes da segurança escolar são treinados para as suas funções de segurança amigável? Como eles comunicam-se entre si, há rádio comunicação, celulares e Nextel ?  Os pais são fundamentais no processo de efetivação de um bom  modelo de segurança educacional, a fiscalização de todos determinará a diminuição de perigos e dos riscos envolvidos.
Ao chegar à Escola você deve verificar como é o sistema de controle de acesso e identificação e se a região onde a escola é localizada é violenta ou não. Muitas vezes os crimes e   delitos são diários e o trânsito trará riscos aos seus filhos, verifique a quantidade de bares e lanchonetes no entorno e a presença de ambulantes. Atualmente na cidade de São Paulo está em vigor a lei número 14.492  da Área Escolar de Segurança   que obriga a Prefeitura a realizar um conjunto de ações preventivas em parceria com a comunidade escolar, para melhorar a segurança das escolas . A Polícia Militar do Estado de São Paulo possui os Programas de Ronda Escolar e PROERD e a GCM tem patrulhamento eficiente para as escolas municipais. A segurança escolar é assunto importante que deve ser tratado com professores, pais,  alunos e especialistas em educação e segurança para que possamos reduzir o número de ocorrências, a violência e o crime em São Paulo e região.
Outro aspecto importante a verificar é o denominado escudo escolar, veja o estado dos portões da escola, se existem alarmes, verifique se há câmeras de vigilância e monitoramento nos locais adequados, e é muito importante verificar se os equipamentos de prevenção e combate a incêndios foram inspecionados pelos Bombeiros e se a prevenção de acidentes é uma cultura da escola, fale com o técnico de segurança da instituição. Muitos acidentes ocorrem na região de quadras, piscinas  e laboratórios de física e química e estes locais devem ter normas específicas de funcionamento.
Verifique como é contratado o Transporte Escolar, se está regularizado e se  a documentação dos condutores e do veículo estão em dia, alguns colégios de São Paulo possuem veículos rastreados por satélite e equipes especializadas neste serviço.
Creio que estes pequenos lembretes podem fazer com que seu início de semestre letivo seja mais tranquilo, pois nossa atenção e dos professores  deve estar voltada à melhor maneira de educar os filhos. A parceria com a escola  é uma aliança para que a educação escolar complemente a educação familiar.

Autor Prof. Ulisses Nascimento, CES

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

PRAY FOR OREGON


HORROR EM ROSEBURG


Os meios de comunicação social norte-americanos afirmam ter identificado o suposto atirador da escola de Roseburg.

Centenas de pessoas realizaram uma vigília, esta noite, na localidade do estado de Oregon, para recordar as vítimas do tiroteio mais mortífero deste ano nos Estados Unidos.

Segundo várias fontes, o jovem de 26 anos que abateu nove pessoas, ferindo outras 16, na quinta-feira, seria originário do Reino Unido e não teria antecedentes criminais.

Numa das suas contas nas redes sociais, o jovem teria publicado várias imagens relativas ao extinto IRA, o grupo separatista da Irlanda do norte.

As autoridades, que não confirmaram a identidade do atirador, afirmam desconhecer, para já, as motivações do jovem que foi abatido pela polícia.

Uma vizinha do suspeito afirma, “os habitantes de Roseburg são como uma grande família, até agora sentia-me seguro, mas não posso dizer o mesmo após este tiroteio”.

Segundo várias testemunhas o jovem, munido de três armas de fogo e de um colete à prova de balas, teria perguntado a religião a cada vítima, antes de abatê-las a sangue frio.

Reagindo ao tiroteio, o presidente Barack Obama criticou a forma como este tipo de incidentes se tornaram “uma rotina no país”, tendo voltado a apelar a mais controles sobre a venda de armas de fogo.

“É uma escolha política permitir que estas situações se repitam a cada mês no nosso país. Somos coletivamente responsáveis perante estas famílias que perderam os seus entes queridos por causa da nossa falta de ação”, afirmou Obama.

O tiroteio de Roseburg representa o incidente número 293 do gênero desde o início do ano. Desde os atentados de 11 de setembro que mais de 150 mil pessoas teriam morrido nos Estados Unidos na sequência de incidentes com armas de fogo.

Apesar do debate recorrente, uma maioria de norte-americanos, apoiada pelo lóbi do armamento, continua a defender o direito à posse de armas, previsto na constituição do país.

FONTE EURONEWS 


EMPRESA AMIGA DA CRIANÇA 20 ANOS - FUNDAÇÃO ABRINQ