quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

GIASES / SEMESP COMPLETA 18 ANOS


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

EDUCAÇÃO É PROGRESSO


PARTICIPE DO OBSERVATÓRIO DE SEGURANÇA ESCOLAR / SÃO PAULO


PROJETOS DE SEGURANÇA ESCOLAR


AUMENTE A SEGURANÇA DA SUA ESCOLA / BRADO ASSOCIADOS


CAMPANHA PRATIQUE SEGURANÇA NA ESCOLA


VOLTA ÀS AULAS EXIGE ALGUNS CUIDADOS / PESO DAS MOCHILAS


Dezembro e janeiro foram meses de descanso, viagens e muito divertimento, mas o período de férias acabou, e é chegada a hora de voltar à sala de aula. Em Contagem, tanto os alunos da rede pública quanto da particular já estão retomando a rotina dos estudos.

Agora, o desafio é ajustar novamente os horários, comprar os materiais escolares, lavar e passar os uniformes, preparar o lanche e ficar de olho nas despesas com a educação. No entanto, existem diversas outras questões que não podem ser ignoradas. Uma delas é a velha questão do peso das mochilas. Livros, cadernos e apostilas enchem as mochilas dos estudantes, e o peso carregado por eles, diariamente, preocupa pais e especialistas. Usar o modelo adequado de mochila, carregá-la de forma correta e eliminar itens desnecessários são algumas das alternativas que podem amenizar o problema. Há escolas que têm adotado medidas como instalar armários para o aluno guardar o material.
A Academia Americana de Pediatria considera que o ideal é que a mochila tenha entre 10% e 20% do peso corporal do estudante. Há estudos que apontam que o ideal é que o peso da mochila não exceda 10% do peso corporal. Má postura, dores e problemas de locomoção são alguns dos problemas que o excesso de peso pode causar, de acordo com a cartilha feita em parceria pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot) e o Proteste.
Ao escolher uma mochila, é importante que ela não pese mais que meio quilo quando vazia. O ideal é que seja de duas tiras, pois as de uma tira não distribuem o peso uniformemente nos ombros. O estudante deve tensionar as tiras para que a mochila fique bem junto ao corpo e aproximadamente cinco centímetros acima da linha da cintura.
Indecisos
Embora o período letivo já tenha se iniciado, muitos pais ainda têm dúvidas sobre a escola que os filhos vão frequentar. Existem vários fatores que devem ser analisados com calma para a tomada dessa decisão, entre eles estão a proposta pedagógica, a qualidade do corpo docente, o material utilizado, o ranking do Enem, a afinidade com a família, a estrutura física e, claro, a opinião do aluno – da mesma maneira que ele não pode decidir sozinho, os pais também não devem decidir apenas com a sua percepção. Estar feliz é o primeiro passo para o aluno começar bem.
Inflação
A inflação referente aos gastos escolares aumentou o dobro da variação geral de preços, conforme divulgou, no início do mês, a Fundação Getúlio Vargas. Apesar disso, a taxa registrada em janeiro de 2015 foi menor que a do mesmo mês em 2014.
Enquanto o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) encerrou o mês de janeiro com variação de 1,51%, os gastos com material escolar, livros, transporte, cursos e lanchonetes chegaram a 3,73%. Em janeiro do ano passado, o indicador somou 3,80%.
A maior inflação foi registrada nos cursos formais, que incluem os ensinos fundamental, médio e elementar, com 6,29% em janeiro. A alta foi menor que a registrada no ano anterior, de 6,62%.
Os cursos não formais, de inglês e informática, também tiveram inflação menor, caindo de 2,82%, em janeiro do ano passado, para 1,79% no primeiro mês deste ano. O mesmo comportamento foi registrado no transporte escolar, que teve inflação de 4,35% no início do ano passado e de 3,28% neste ano.

CAMPANHA DE EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO EM JACAREÍ


Fabrício Rafael Leite Ribeiro tem apenas 9 anos, mas já sabe muito bem que no trânsito é preciso estar sempre atento, respeitar as regras e tomar cuidados como usar o cinto de segurança, sempre, e não usar aparelhos como o celular enquanto estiver ao volante. Aluno do 4º ano na EMEF (Escola Municipal de Educação Infantil) Joaquim Passos, que fica no bairro Cidade Salvador, Fabrício faz o trajeto de casa até a escola em uma van contratada por seus pais. No ano passado, depois de flagrar a “tia da van” falando ao celular enquanto dirigia o veículo que transportava as crianças, ele chegou em casa e contou tudo ao pai.“Eu fiquei preocupado porque aprendi na escola que falar ao celular e dirigir ao mesmo tempo é proibido. O motorista fica desatento e aumenta o risco de acidentes. Depois que eu falei pro meu pai, ele trocou de van e agora eu venho e volto da escola com mais segurança”, afirma. Fabrício agora está contente com o motorista do transporte escolar contratado por seus pais. “O ‘tio da van’ faz questão de colocar, ele mesmo, o cinto de segurança em todo mundo e não atende o celular enquanto está dirigindo.”
O estudante Fabrício e seus colegas de sala de aula participaram ontem da campanha de segurança no trânsito “Volta às Aulas”, desenvolvida pela Gerência de Educação Para o Trânsito, iniciada na quinta-feira (19) na EMEF Conceição Magalhães, no Jardim Paraíso, e que será feita em todas as salas de aula das unidades de ensino fundamental da rede municipal. A campanha segue até o dia 20 de março e faz parte do calendário permanente da Diretoria de Trânsito.
Além da infração de falar ao celular enquanto dirige, considerada de gravidade média e que pode ser punida com multa de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira, os alunos aprendem também sobre a importância de respeitar a sinalização de semáforo, atravessar sempre nas faixas de pedestres, respeitar os limites de idade para viajar nos bancos dianteiros (10 anos) e em garupas de motos (7 anos).
A estudante Bruna Faria Lima, de 9 anos, que também é aluna do 4º ano da EMEF Joaquim Passos, mora no Cidade Salvador e às vezes vai para a escola de carro, às vezes a pé, afirma que as “aulas” sobre trânsito são legais e importantes. “A gente aprende que tem que ter atenção ao andar na calçada e quando vai atravessar a rua. Hoje eu aprendi que a gente não deve andar nem muito próximo do meio-fio, para não cair, nem dos muros e portões, por causa dos cachorros”, disse.
Para a Supervisora de Educação para o Trânsito, Sabrina Rosa Lopes da Silva, a participação das crianças e adolescentes na campanha é “empolgante” e tem aumentado ano a ano. “As crianças são bem atentas sobre os cuidados e também sobre as leis de trânsito e, muitas vezes, são elas que alertam os adultos sobre os riscos e sobre as infrações”, afirma Sabrina. Segundo ela, a campanha é feita em todas as salas de aulas por duas equipes da Gerência de Educação Para o Trânsito, no períodos da manhã e da tarde. “Nós procuramos fazer uma abordagem de acordo com a faixa etária dos estudantes para poder despertar mais atenção e interesse dos alunos”.
Na campanha são abordados temas referentes aos pedestres, motoristas, transporte escolar, ciclistas e motociclistas. Na próxima semana, a campanha será feita nas seguintes escolas:
23/2 (segunda-feira): EMEF Ricardina S. de Moraes e EMEF Maria Teresa Ganassali
24/2 (terça-feira): EMEF Adelia Monteiro e EMEF Barão de Jacareí;
25/2 (quarta-feira): EMEF Maria Luíza Vasques e EMEF Tarcisio F. Barbosa;
26/2 (quinta-feira): EMEF Beatriz Junqueira e EMEF Tito Máximo;
27/2 (sexta-feira): EMEF Sílvio Silveira M. Filho e EMEF Lamartine Delamare

BATALHÃO ESCOLAR

Batalhão Escolar ganha reforço nesta segunda

Operação Volta às Aulas começa hoje e dura uma semana. Trabalho preventivo, porém, será feito o ano todo
Pela primeira vez, todas as unidades da Polícia Militar do DF participarão da operação Volta às Aulas – Escolas Públicas, do 1º Batalhão de Policiamento Escolar. Nesta segunda-feira (23), primeiro dia do ano letivo de 2015, militares do Batalhão de Aviação Operacional, do Regimento de Polícia Montada, do Centro de Polícia Comunitária e Direitos Humanos, da banda de música e do Batalhão Escolar estarão no colégio Setor Oeste (912/913 Norte), a partir das 6 horas, para o lançamento da operação.
Os alunos conhecerão por dentro os veículos usados pelos policiais, participarão de palestras educativas e terão o apoio da instituição para que a volta às aulas seja tranquila. “O objetivo é estreitar o relacionamento da Polícia Militar com os alunos e os professores para que a resposta do trabalho preventivo e ostensivo seja mais eficaz”, explica o chefe da Seção Operacional do 1º Batalhão Escolar, major Roberto Lobato Marques.
Ao longo do ano, policiais visitam as escolas para discutir com os estudantes temas como uso de drogas e segurança escolar. Em 2014, 70 mil alunos da rede pública de ensino participaram das palestras. A meta é dobrar o atendimento neste ano. Há 470.324 alunos matriculados nos 657 colégios públicos do DF.
Durante uma semana de operação, policiais intensificarão as visitas às escolas para garantir a segurança nos arredores e para conhecer a comunidade escolar. Foram selecionadas pela Secretaria de Segurança Pública 60 unidades do ensino médio do DF com histórico de práticas ilícitas, como porte de arma, entorpecentes e brigas.
Transporte escolar e trânsito
Ainda durante a operação, serão verificados a documentação de veículos de transporte escolar e o respeito às leis de trânsito. O efetivo administrativo, aquele que normalmente não vai às ruas, será convocado para reforçar o policiamento ostensivo. Só do batalhão escolar serão 200 policiais envolvidos, além de cerca de 150 integrantes de outras unidades.
Fonte: Agência Brasília

TRANSPORTE ESCOLAR E SEGURANÇA

Transporte garante segurança de estudantes do contra turno

23/02/15 às 10:23 - Atualizado às 10:38 SMCS
Estudantes da rede municipal de ensino que participam de atividades de contraturno contam com o transporte para levá-los entre escolas municipais e unidades de contraturno escolar (UEI) onde participam de atividades complementares. São 19 ônibus que fazem diariamente o transporte gratuito de quase 2 mil alunos, atendidos com segurança e conforto.
Oferecer o transporte aos estudantes é uma medida que reforça a qualidade do ensino. “Garantimos dessa forma a participação regular de meninos e meninas em atividades que complementam a formação e melhoram o desenvolvimento integral das crianças”, diz a secretária municipal da educação, Roberlayne Borges Roballo.
O transporte escolar gratuito é oferecido aos estudantes atendidos nas unidades de contraturno distantes das escolas onde a criança estuda, ou ainda nos casos nos quais a travessia das crianças era arriscada em função de vias perigosas. Os ônibus começaram a operar no segundo semestre do ano passado.
Antes da oferta desse serviço, feita pela Secretaria Municipal da Educação, o transporte das crianças ficava por conta dos pais e muitas famílias encontravam dificuldades para levar as crianças de um espaço ao outro.
Os ônibus facilitam a rotina das crianças que trocam de unidade no meio do dia. Quem vai à escola pela manhã participa das atividades de contraturno na UEI à tarde. Já quem estuda à tarde frequenta a UEI pela manhã.
É o como faz o estudante Allan Fernando Leirias Luthi, da Escola Municipal João Stival, no Butiatuvinha. O garoto de 8 anos é levado às atividades de contraturno na UEI pela mãe, a vendedora Geocione Leirias que deixa o filho pela manhã antes de seguir para o trabalho.
Após quatro horas envolvido em jogos pedagógicos, práticas de arte, ciências e tecnologias, além de brincadeiras e momentos literários, o estudante almoça na companhia dos colegas, antes de pegar o ônibus que encurta o quase 1 quilômetro que separam a UEI da escola.
“Eu adoro participar das atividades com lego e acho muito divertido ir com o ônibus para a escola”, disse o menino.
Conforto
Na viagem, Allan e os colegas seguem em bancos individuais, afivelados aos cintos de segurança, acompanhados de um inspetor. O conforto para ele vai além de não precisar mais caminhar no sol forte, na chuva, para chegar até a escola. “Eu ficava com pena da minha mãe que para me levar de uma unidade para outra ficava sem almoçar. Agora ela tem tempo para comer com tranquilidade”, conta o estudante.
Gelcione também comemora a oferta do transporte. “Não tenho carro e precisávamos fazer o trajeto de quase um quilometro andando. Isso tinha reflexo no rendimento dele na escola”, disse a mãe.
As bolachas que ela comia no almoço foram substituídas por refeições nutritivas. “Tenho uma hora de almoço que antes era dedicado ao trajeto dele para a escola. Além de almoçar bem e com calma agora tenho a tranquilidade de saber que ele está em segurança” disse Gelcione.
Jaqueline Alves de Paula, mãe da estudante Jennifer, de 8 anos, também está satisfeita com o serviço. “Sabendo que o filho está em segurança e aprendendo bem qualquer mãe fica feliz. O transporte feito com o ônibus escolar é a melhor opção com a qual eu poderia contar”, disse a Jaqueline.
Jennifer considera o serviço de transporte a garantia de manhãs divertidas e prazerosas entre colegas e professoras. “Adoro tudo no contraturno, em especial os jogos de futebol e o almoço que é uma delícia”, disse a menina.
Na avaliação da coordenadora da UEI da Escola João Stival, Vanessa Franceschini Alberti, o fato de as crianças terem ônibus gratuito para os descolamentos entre uma unidade e outra de ensino fez a diferença no rendimento dos meninos e meninas. “Muitos pais não tinham como trazer os filhos e as crianças acabavam ficando sem o atendimento. As turmas chegam e saem juntas, o que também influenciou na melhoria da organização das práticas desenvolvidas na unidade”, disse Vanessa.
Na UEI João Stival são atendidos 180 estudantes, 90 em cada turno, com práticas pedagógicas desenvolvidas em quatro eixos: acompanhamento pedagógico, práticas ambientais, ciências e tecnologias e práticas artísticas.
BEM PARANÁ

PROGRAMA ESCOLA SEGURA EM PORTUGAL


A PSP deteve 26 pessoas no âmbito do programa Escola Segura em 2014, no distrito de Leiria, e identificou 80 na posse de estupefacientes para consumo, anunciou esta segunda-feira o Comando Distrital desta força policial. "Em toda a área do Comando Distrital de Leiria foram efetuadas 26 detenções, identificados 80 indivíduos na posse de estupefaciente destinado ao consumo, dando lugar à apreensão de aproximadamente 1.500 doses de haxixe, 850 doses de liamba e outros tipos de estupefaciente em menores quantidades", lê-se num comunicado da PSP. O ano passado, o Comando Distrital de Leiria definiu como prioridades "o combate ao consumo de risco e nocivo de álcool, bem como a repressão ao consumo e ao tráfico de estupefacientes junto aos estabelecimentos de ensino e espaços de diversão noturna frequentados pela população mais jovem". 

Ainda neste programa, que visa garantir a segurança das áreas envolventes às escolas e promover ações de sensibilização e de prevenção, a PSP realizou um total de 365 sessões, nas quais participaram 14.621 alunos, 806 professores e 186 encarregados de educação. "A realização de sessões de sensibilização também são uma prioridade, pois são um meio de a PSP alertar as crianças e jovens para determinados comportamentos de risco e adoção de medidas de autoproteção", salienta a PSP, adiantando que a violência no namoro, o 'bullying', a segurança na Internet e a segurança rodoviária foram temas abordados nestas iniciativas. Acrescentando que "algumas destas sessões foram realizadas no âmbito de visitas que as escolas organizam às instalações policiais", a PSP destaca no mesmo comunicado que promoveu várias ações de demonstração de meios, para dar a conhecer o trabalho desta força policial, ações acompanhadas por 2.650 alunos, 75 professores e 13 encarregados de educação. Em 2014, a PSP introduziu também a operação "Um Conto Pelas Crianças", procurando levar conselhos de segurança às crianças do pré-escolar e 1.º ciclo, "através de contos muito simples que retratam situações quotidianas", como o contacto com desconhecidos e os cuidados nas compras de Natal. 

À agência Lusa, a subintendente Vera Sousa explicou que o programa Escola Segura "não se limita ao formalismo da vigilância e do cumprimento da lei", sublinhando que a PSP "está junto das escolas para informar, reduzir os comportamentos de risco, melhorar o sentimento de segurança no meio escolar e prevenir delitos". A responsável realçou no âmbito deste programa duas operações que a PSP realizou na cidade de Leiria "em locais entendidos como vulneráveis do ponto de vista do tráfico e consumo de estupefaciente por parte da população juvenil, nomeadamente as imediações das escolas e os estabelecimentos de diversão noturna frequentados por esta população mais jovem".

A subintendente esclareceu que este ano o Comando Distrital de Leiria da PSP "vai reforçar a atenção ao consumo de álcool com especial destaque para as crianças, adolescentes e jovens adultos". 

CORREIO DA MANHÃ

ESCOLAS DO PARÁ EM CONDIÇÕES PRECÁRIAS

Um levantamento realizado pelo Ministério Público Federal (MPF) em parceria com o Ministério Público Estadual (MPE) apontou que grande parte das escolas do Pará está em condições precárias e apresenta algum tipo de deficiência de ordem estrutural, pedagógica e de inclusão. A Secretaria de Educação do Estado (Seduc) disse que ainda não recebeu o diagnóstico do Ministério Público.
Os primeiros dados divulgados são do município de Ananindeua, na região metropolitana deBelém, e a escola municipal Evangelho Quadrangular, localizada no bairro de Águas Lindas, surge na lista entre as mais problemáticas. A direção da escola disse que a Prefeitura de Ananindeua tem planos para reformar a unidade.
O espaço, que recebe 250 alunos matriculados para o ano letivo de 2015, de idades entre seis e 11 anos, não oferece condições adequadas para os estudantes. São apenas dois bebedouros e dois banheiros: um deles interditado e em outro, a torneira não funciona. O refeitório também é improvisado, a escola não tem área de lazer e em vários pontos do telhado, as telhas afastadas fazem com que as salas de aula fiquem alagadas em dias de chuva.
Além de todos os problemas, alunos e professores convivem com o medo provocado pela falta de segurança. Para driblar a situação, cadeados mantêm todas as portas das salas trancadas.
"A insegurança é muito grande. Nós precisamos dar uma condição melhor para as nossas crianças", reclama Socorro Silva, diretora da escola.
Das 160 escolas estaduais e municipais existentes no município, 54 delas foram visitadas. Aspectos como falta de manutenção, de biblioteca, merenda escolar, segurança, banheiros, climatização e a presença de professores capacitados foram analisados.
"A maior parte das escolas precisa de reformas estruturais, quase não tem para-raios, estrutura de incêndio em funcionamento. Algumas tiveram falta de alimentação escolar durante o ano letivo", detalha a procuradora da República, Melina Tostes.
O Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública (Sintepp) de Ananindeua teve acesso ao estudo e pretende acompanhar as ações de melhoria.
"É preciso que o Ministério Público transforme essas informações que ele está divulgando para a sociedade em ação, que ele obrigue o Poder Público municipal e estadual a tomar conta do que deve", cobra Andréa Salustiano, diretora do Sintepp.
G1

MALALA


UNESCO


SEGURANÇA É FUNDAMENTAL ... PRESERVE A VIDA !


VAMOS CONSTRUIR PONTES E NÃO MUROS ...


TROTES SOLIDÁRIOS


TOMIE OHTAKE


2015 ISC BRASIL - INTERNATIONAL SECURITY CONFERENCE & EXPOSITION


2015 ISC BRASIL - INTERNATIONAL SECURITY CONFERENCE & EXPOSITION


2015 ISC BRASIL - INTERNATIONAL SECURITY CONFERENCE & EXPOSITION


INTERNATIONAL SECURITY CONFERENCE & EXPOSITION 2015


FUTURO EVENTOS


ÉTICA


VOLTA ÀS AULAS


TALENTO FEMININO


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

OBSERVATÓRIO DE SEGURANÇA ESCOLAR / BRASIL


OBSERVATÓRIO DE SEGURANÇA ESCOLAR / BRASIL


OBSERVATÓRIO DE SEGURANÇA ESCOLAR / BRASIL


OBSERVATÓRIO DE SEGURANÇA ESCOLAR / BRASIL


OBSERVATÓRIO DE SEGURANÇA ESCOLAR / BRASIL


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