sexta-feira, 31 de maio de 2013

ABSEG EM FOCO


sábado, 25 de maio de 2013

FALTA DE SEGURANÇA NAS ESCOLAS EM MOSSORÓ

Convênio com Polícia Militar é opção contra a falta de segurança nas escolas

Caso da Escola Municipal Raimunda Nogueira do Couto expôs fragilidade na segurança das escolas - CacauCaso da Escola Municipal Raimunda Nogueira do Couto expôs fragilidade na segurança das escolas - Cacau
O aumento da violência em Mossoró tem feito crescer também o índice de criminalidade nas proximidades das escolas. O caso da Escola Municipal Raimunda Nogueira do Couto, que no início do mês foi alvo da violência entre gangues rivais, chamou a atenção do poder público para a necessidade de mais segurança nesses locais.
A secretária municipal de Educação, Iêda Chaves, afirma que o Executivo municipal está combatendo o aumento da violência nas proximidades das escolas através de três vias. "A primeira delas é através do Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas), que é um programa institucionalizado de prevenção contra as drogas. Consiste em rondas da Polícia Militar nos bairros das escolas em vulnerabilidade. Esse projeto existe desde o ano passado. Os instrutores têm linha direta com a Polícia Militar e com a Guarda Civil", afirma.
Uma alternativa para combater o aumento nas proximidades das escolas é um contrato que o município deve firmar com a secretária de estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesed). "Através desse convênio, os policiais em seus horários de folga serão utilizados para a segurança das escolas. O contrato está tramitando, como não depende somente da Prefeitura, não temos uma estimativa para que o convênio passe a valer", explica a secretária.
Outra via que está sendo utilizada pela Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) é a contratação de guardas para a segurança das escolas. "Esse é um caso excepcional para a Escola Municipal Raimunda Nogueira do Couto. Não deve ser permitida a atuação de guardas armados dentro das escolas. Essa foi uma saída para essa unidade em virtude dos problemas que estavam ocorrendo", expõe Iêda Chaves.
"O aumento da violência é uma realidade de todos os locais. Não estamos imunes ao aumento da criminalidade. No entanto, estamos trabalhando para que as escolas tenham mais segurança", afirma.

Projeto prevê reforço na segurança das escolas da rede municipal de ensino
Um projeto que trata do reforço da segurança nas escolas foi apresentado pelo vereador Lairinho Rosado (PSB) no ano de 2011. Apesar da aprovação na Câmara Municipal de Mossoró (CMM), o projeto foi vetado pelo Poder Executivo municipal.
Na semana passada, o vereador reapresentou a proposta que dispõe sobre a política de segurança da rede municipal de ensino. O Projeto de Lei nº 87/2013 está nas comissões do Legislativo mossoroense para análise.
O projeto trata sobre a instalação de câmeras de monitoramento nas escolas, a presença da Guarda Civil, a formação de comissão de segurança, a realização de campanhas de conscientização e a realização de convênios com outros órgãos.

FONTE O MOSSOROENSE

TRANSPORTE ESCOLAR EM PASSO FUNDO

Reunião debate segurança no transporte escolar no interior do município
Para discutir melhorias no serviço de transporte escolar oferecido pela Prefeitura de Passo Fundo às comunidades do interior, secretários municipais se reuniram nesta semana com os subprefeitos dos seis distritos. Conforme a secretária de Interior, Liliane Rebechi, serão desenvolvidas ações para melhorar a segurança dos ônibus e os horários do transporte de estudantes de ensino fundamental e médio. 


O transporte escolar foi apontado como uma das principais demandas dos distritos de Sede Independência, Bela Vista, São Roque, Santo Antônio do Capinzal, Bom Recreio e Pulador, durante as visitas do Programa Prefeitura no Interior. Também participaram do encontro os secretários de Educação, Edemilson Brandão, de Segurança Pública, Gilmar Teixeira Lopes, e de Transportes e Serviços Gerais, Cristiam Thans.

FONTE RADIO UIRAPURU


SEGURANÇA ESCOLAR EM NATAL

Segurança na escola pública é falha

Publicação: 23 de Maio de 2013 às 00:00
Valdir Julião - Repórter

Uma pessoa que não faz parte da comunidade escolar de um bairro em Natal, hoje, tem acesso ao interior de um estabelecimento da rede pública de ensino com facilidade. A segurança na rede pública estadual é falha. Na manhã desta quarta-feria (22), a  TRIBUNA DO NORTE esteve em três escolas da rede estadual de ensino e, em duas delas, o repórter passou por dois portões e entrou sem que fosse incomodado. Em um dos casos, a TN flagrou  o porteiro terceirizado da empresa prestadora de serviços à Secretaria Estadual de Educação e Cultura (SEEC) – a Interbrasil,  aguando  um pé de coqueiro na área externa da Escola Estadual Jean Mermoz, situada na rua Barão de Mauá, no Bom Pastor, Zona Leste de Natal.
João Maria AlvesParte das escolas tem Guarda Patrimonial. As que estão em áreas de risco possuem segurança privada contratada pela SecretariaParte das escolas tem Guarda Patrimonial. As que estão em áreas de risco possuem segurança privada contratada pela Secretaria

O diretor da E.E Jean Mermoz, Francisco de Assis Varela, disse que tem quatro servidores que atuam na área de limpeza do prédio e admitiu que pode ter havido um descuido da parte do  porteiro. “Ninguém manda que ele vá aguar planta, se foi, ele foi de livre espontânea vontade”. Francisco Varela disse que, às vezes, acontece de alguém pedir para o porteiro pegar a mangueira e, na volta pode ter ocorrido dele aguar a planta, tendo ele garantido que vai conversar com o porteiropara que tenha mais cuidado com a portaria.

O diretor da Jean Mermoz afirma que, realmente, o porteiro  “não tem a mesma noção de segurança de um vigilante que faz um treinamento”, mas adiantou que, por isso, não está existindo casos de violência, além de algumas desavenças normais que possam acontecer entre adolescentes dentro da escola. Varela informou que a escola Jean Mermoz não tem vigilantes no horário diurno, mas confirmou que dos três guardas patrimoniais que faziam vigilância no período noturno, ficou apenas um que vem a cada três dias.

No entanto, Varela confirmou que nas salas de direção, de vídeo, biblioteca, cozinha, estão instalados alarmes eletrônicos monitorados pela empresa de vigilância Emvipol, que mandam vigilantes ao local quando o alarme dispara. “Quando acontece de eu abrir o portão e o alarme disparar, ligo e passos os meus dados todos para a Emvipol”, disse o diretor da Jean Mermoz, que conta com 1.526 alunos nos três turnos.

A vigilância eletrônica também ocorre durante à noite na Escola Estadual Padre Monte, nas Rocas, onde o repórter adentrou pelo saguão depois de passar dois portões. Um porteiro da Interbrasil havia saído para consertar a torneira de um bebedouro e outro admitiu que tinha ido colocar o cadeado em outro portão do laudo da entrada da escola.

O coordenador administrativo da E.E Padre Monte, Carlos Antônio de Oliveira Barbosa, disse que está há 24 anos trabalhando no estabelecimento, mas nos últimos quatro anos “a comunidade veio para dentro da escola” e não existe casos de violência. Carlos Barbosa minimizou o episódio, informando que “viu pelo vidro” quando o repórter entrou e conhece quando a pessoa não é da comunidade.

Apenas na Escola Estadual Maria Queiroz, em Felipe Camarão, na Zona Oeste de Natal, a reportagem da TN foi barrada por um porteiro da Interbrasil, que encerrou a conversa ao celular quando viu uma pessoa estranha se aproximar. O porteiro perguntou ao repórter a quem queria se dirigir e o levou até a sala da vice-diretora  Rejane do Nascimento Souza. “Quando o porteiro sai, fica outra pessoa na entrada da escola”, disse ela.

A dirigente da E.E. Maria Queiroz disse que está há sete anos naquela escola e não é de seu conhecimento que tenha ocorrido alguma violência devido o aumento da criminalidade, nesse período. Rejane Souza afirmou que ocorre, o que é normal para a idade, desavenças entre adolescentes “que são resolvidas pelo Conselho Escolar”, integrado, inclusive, pelos pais dos 1.380 alunos.

O problema maior de insegurança, segundo ela, ocorre nos  feriados prolongados e fins de semana, à noite, que a vigilância fica descoberta. Ela relatou casos de destelhamento e arrombamento do almoxarifado. Para evitar os roubos de computadores e equipamentos de som, como já ocorreu, ela disse que “as coisas de valores estão sendo guardadas, agora, no laboratório da escola, que é estucado”.

Seec envia equipe a Porto do Mangue


A Subcoordenadoria de Ensino Médio da Secretaria Estadual de Educação foi na manhã desta quarta-feira (22) ao município de Porto do Mangue para dar assistência à família do jovem de 20 anos, morto  dentro da escola Escola Estadual Professora Josélia de Souza Silva.

Segundo a assessoria de Imprensa da SEED, a equipe se reuniu com a direção da escola para avaliar a situação de segurança e definir possíveis medidas de reforço. O jovem foi morto por esfaqueamento nesta terça-feira (21) por um adolescente de apenas 15 anos de idade, que invadiu a escola.  A agressão teria sido motivada por uma rixa. O menor foi apreendido logo após o ocorrido, por volta das 14h30. O adolescente pulou o muro da escola e conseguiu ter acesso à sala de aula, onde praticou o crime.

FONTE TRIBUNA DO NORTE

terça-feira, 14 de maio de 2013

SOMOS CONTRA O TROTE VIOLENTO


CAMPANHA CONTRA TROTE VIOLENTO - OAB/SP



Estudante chora lágrimas de sangue em campanha contra trote violento

Com o slogan “Entrar na faculdade tem que ser motivo de alegria” , a ação visa mobilizar toda a sociedade

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), São Paulo,  lançou uma campanha de combate ao trote violento nas universidades. Criada pela  pela agência Agnelo Pacheco, ação tem o intuito de acabar com maus tratos, agressões e humilhações sofridas pelos calouros, além de sensibilizar os veteranos sobre a extensão dos danos causados por esse tipo de prática
Na metade do ano grande número de universidades e faculdades realiza processo seletivo e recebe novos estudantes em suas cadeiras e a ação busca engajar esse público. O slogan “Entrar na faculdade tem que ser motivo de alegria”  visa mobilizar toda a sociedade, passando pelo Judiciário, Ministério Público, Polícia Militar, entidades de classe, de ensino superior e centros acadêmicos.
Segundo Fábio Romeu Canton Filho, presidente da Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo (Caasp), braço assistencial da OAB-SP e Presidente da comissão contra o trote universitário, trata-se de um momento de comemoração para o aluno e para a família, que deve ser celebrado com alegria e sem violência. “Sabemos que trotes levam dor e tristeza para as famílias por conta da violência e até mesmo a morte de alguns destes jovens. Por esse motivo não devemos tolerá-los no meio estudantil”, afirma. Canton Filho alerta que diversas ações judiciais podem ser impetradas pela vítima de um trote, sejam de ordem criminal - como lesão corporal ou homicídio -; sejam de ordem civil - como indenizações de ordem moral e material.
Para o presidente da OAB-SP, Marcos da Costa, é preciso mudar a cultura dos estudantes brasileiros. “Os trotes violentos devem ser banidos definitivamente e o combate deve ser feito por todos, a começar pelos alunos veteranos, que precisam se conscientizar sobre as consequências dessa violência. A punição aos agressores também deve ser exemplar! É um dever das universidades coibir o trote violento adotando medidas para prevenir e punir quem desrespeitar as regras impostas pela instituição de ensino. Não podemos aceitar que universitários atuem em desacordo com os princípios das profissões que pretendem adotar; afinal, muitos desses alunos serão responsáveis pela vida das pessoas, pelo bem estar da comunidade e precisam ter essa consciência desde o início de sua formação profissional”, finaliza da Costa.

FONTE PORTAL ADMINISTRADORES

quarta-feira, 8 de maio de 2013

PROJETO ESCOLA MAIS SEGURA EM GOIÂNIA


Projeto coloca policiais nas escolas como 

medida de segurança

Devido ao grande número de ocorrências envolvendo alunos e professores, PM estará mais presente em escolas estaduais na capital

Em 07/05/2013, 11:25
Foi lançado na manhã desta terça-feira (07) na Escola Estadual Lyceu de Goiânia, o projeto Escola Mais Segura. Em caráter experimental, o projeto da Polícia Militar (PM) tem objetivo de garantir mais segurança nas unidades educacionais que necessitam de maior atenção.
Neste primeiro semestre, o programa irá abranger 20 escolas estaduais na capital. As instituições foram pré-selecionadas pela Secretaria Estadual de Educação. Durante esse período, além das rondas feitas pelas viaturas, um policial militar estará presente dentro das escolas a fim de garantir a segurança tanto de alunos e professores quanto da comunidade ao redor das instituições de ensino.
O programa surgiu dos constantes casos de violência entre os alunos ou envolvendo agentes escolares. Porém, como aponta a coordenadora da Escola Lyceu de Goiânia Magnalda Moreira, há outros problemas de segurança nas escolas da capital.
“Em nossa escola, por exemplo, convivemos com o problema da proliferação de usuários de drogas e moradores de rua no Centro. Eles rodeiam a escola, muitas vezes, com a desculpa de vigiar carros e acabam entrando em contato com os alunos e aliciando-os para práticas ilícitas”, diz a coordenadora.
Magnalda afirma que, além de aliciar alunos essas pessoas constantemente invadem a escola utilizando-a como dormitório. “Eles pulam o muro, dormem aqui e danificam a estrutura da escola, pois arrombam as portas e fazem da parte externa do prédio seu banheiro. Muitas vezes chegamos aqui e ainda os encontramos perambulando pelos corredores.”
Em relação a essa falta de segurança, o major do Batalhão Escolar Eldecirio da Silva pontua que com um policial militar dentro da escola durante todo o horário letivo, o projeto visa solucionar parte dessas ocorrências, uma vez que a presença policial intimida outras pessoas que não as da instituição.
“Os policiais selecionados para ficar nas escolas são professores e instrutores da PM. Logo, eles lidam constantemente com alunos e estão acostumados com o ambiente escolar. O policial não estará na escola para intervir em questões disciplinares da escola, mas apenas para garantir a segurança”, declara.
A PM também está colocando em prática o programa Embarque Seguro, que visa o acompanhamento dos alunos desde a saída das escolas até o embarque nos ônibus, como medida de segurança. Os programas desenvolvidos são uma parceria entre a PM, por meio do Batalhão Escolar, e a Secretaria de Educação. O projeto tem previsão de permanecer durante todo o primeiro semestre de 2013 e ao final do período haverá uma avaliação de resultados para saber a eficácia do projeto.

FONTE JORNAL  O  HOJE

O DIA DA VITÓRIA